Jana Rosa

 

Sem Título

Colômbia parte 2 – Finalmente Bogotá

Antes de escrever sobre o México, tenho que fazer esse post sobre Bogotá, porque daqui a pouco já vai fazer tanto tempo que nem vou lembrar direito.

Algumas cidades são mágicas pra gente e nos primeiros minutos dão aquela sensação de “eu poderia morar aqui”. Bogotá foi uma dessas pra mim. No primeiro dia já estava apaixonada por essa cidade linda, grande, cheia de montanhas em volta, ar poluído e trânsito caótico. Um lugar tão especial que você ignora o ar e o trânsito e grita “meudeuuuuusss YO TE QUIEROOOO”.

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Plaza de Bolívar no Centro

Essa foi a segunda parte de uma viagem que começou em Cartagena, um destino colombiano mais comum por ser uma praia famosa e paradisíaca (que já contei aqui). Bogotá não é uma cidade que as pessoas lembram muito na hora de viajar, o que é uma injustiça enorme. A Colômbia é um país injustiçado no turismo, porque as pessoas acham perigosa e sinistra. Mas só me senti segura e amada nesse país.

Uma capital belíssima, no sentido de casinhas e predinhos e ruas e montanhas bonitas de olhar, além de muitas pessoas lindas e clima de paquera jovem, e bem complicada, com ruas que tem números malucos ímpares e pares, que parecem uma senha que você tem que descobrir pra chegar em um lugar. (E realmente leva mais de um dia ou dois pra entender como aquilo funciona, eu que me acho porque me localizo em minutos em lugares desconhecidos, apanhei muito).

Quatro dias é o tempo suficiente pra conhecer a cidade, foi quanto eu fiquei, mas achei pouco pra aproveitar como uma “local”, principalmente porque a vida noturna lá é intensa, apesar da balada fechar as 3 da manhã expulsando todo mundo e não adianta chorar e reclamar, ela fecha mesmo. Leia esse post e compre sua passagem pra essa cidade maravilhosa logo, SEM MEDO DE SER FELIZ.

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Bogotá vista de cima, no Cerro de Monserrate

O clima é puro amor: Já começou por aí a conquista do meu coração, Bogotá é uma cidade com clima agradável, daquelas que dá pra usar jaquetinha de couro de dia e meia-calça com botinha. E faz aquele friozinho à noite que deixa o cabelo bom e a pele perfeita, sem oleosidade nas fotos do instagram. Amor amor amor amor…

Não é caro: Apesar de ser uma cidade grande tipo São Paulo, a Colômbia não tem os preços surreais que estamos acostumados e nos desgraçam todos os dias. Comida e bebida tem preço bom e os táxis são MUITO baratos em Bogotá, tanto que no fim só andei a pé e de táxi, bem it rica folgada.

O hotel e onde ficar: Como essa viagem inteira foi num esquema “patricinha confortável it pobrinha”, encontrei um hotel bem “OK” no Booking.com. E por Bogotá também não ser um mega destino em janeiro, ele veio com uma promoção absurda, quase surreal, preço de hostel. Chama Excelsior, é confortável mas com o pior chuveiro que já vi na vida – mesmo, sério, the horror! – só que o melhor dele é que fica na Zona Rosa, um bairro nobre onde estão os restaurantes, lojas, shopping, baladas, bares, dá pra fazer tudo a pé, é seguro, tem pessoas bonitas por todos os lados e uma Forever 21 para dias de chuva. Amei ficar na Zona Rosa e moraria ali, sei que muitos hostels ficam no centro da cidade, que também dizem ter bares ótimos, mas que é meio tenso a noite, tipo SP. (A melhor coisa sempre é pesquisar no HostelWorld.com e ler TODOS os reviews).

Bogotá é emoção: Pegar um taxi em Bogotá, só se for com MUITA emoção. Parece uma terra sem lei, cada motorista faz o que quer e todos correm muito, ultrapassam o amiguinho estilo faca na caveira, param no sinal em cima do outro quase batendo. Fazem curvas malucas a 100 por hora, nem confiança pra você, serumani presente. E jamais usam cinto. Inclusive em grande parte dos carros o cinto pro passageiro de trás também não funciona. É ali que você relembra todas as orações que sua vó te ensinou e sente saudade da lancha maligna de Cartagena.

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La Candelaria

O Centro Histórico: Parte do que você tem pra fazer de turismo fica por ali, em La Candelaria com as casinhas numa vibe Pelourinho, na Plaza de Bolívar com mistura de pombas, lhamas e protestos contra o Governo, as igrejas (tem essa listrada linda que esqueci o nome e não dei Google), as obleas – o doce que vende nas ruas e é tipo uma “bolacha” com mil coisas dentro, doce de leite, leite condensado, geléia, coco e queijo ralado – o Museu do Ouro, que tem uma feirinha de souvenirs pra comprar presentes MARA do lado (inclusive as bolsinhas colombianas coloridas que você vê em Cartagena, também vendem lá, provavelmente um pouco mais caras). Em um dia você vê tudo isso.

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Passeios fora do centro: Tem que ir no Cerro de Monserrate ver a cidade lá de cima, no fim da tarde é muito lindo ver o pôr do sol (postei a foto no começo do post), você sobe de teleférico, maior diversão e não esqueça um casaquinho extra porque faz frio lá em cima. Fui e voltei de táxi ~pq era barato~ #itRica. E tem a  Catedral de Sal, que fica em uma cidadezinha do lado, dá pra fechar com motoristas/taxistas de confiança do Hotel, provavelmente tem passeios fechados em Hostel. O motorista cobrou 140 mil pesos pra levar, esperar algumas horas e trazer de volta, 70 mil pra mim e 70 pra Reni minha amiga, isso dá tipo 80 reais pra cada.

Andrés Carne de Res: Toda a parte turística é legalzinha, mas agora você REALMENTE chegou na verdadeira Bogotá que o Alvaro Garneiro consideraria a sua Bogotá, todo mundo que já foi pra lá e qualquer bogotano que você conhecer vai te dizer que você “preciiiiiiisa ir”, e SIM, você precisa ir nesse restaurante/balada maluco com decoração incrível, comida exótica delícia, drinks enormes, GARÇONS E GARÇONETES MUITO GATOS, bandas que tocam músicas loucas na sua mesa e te colocam coroas e faixas de Miss Simpatia e uma pista que FERVE conforme vai ficando mais tarde, com os maiores hits colombianos e reggaetons latinos. Lágrimas de amor, reggaeton é vida!

Mas saiba que tem dois Andrés, um na Zona Rosa e um em uma cidadezinha próxima chamada Chia, que é o original, e sem querer fazer bullying mas já fazendo, tenho preconceito por quem não vai no original. Pra chegar lá é um esquema tipo a Catedral de Sal, combina na recepção do hotel com um motorista/taxista de confiança e ele te leva, espera três horas (se quiser ficar mais vai pagando por hora) e te traz de volta. Ficou 130 mil, que também dividimos por dois.

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A galera na pixxxta

Onde sair: Amo viajar e conhecer a noite dos lugares, sem ser aquelas baladas pega turista. Conheci três lugares, um legal, dois maravilhosos. O legal é o  Armando Records, numa cobertura da Zona Rosa que dizem ser hipster/alternativo, mas que quando fui era meio música eletrônica vibe amamos Ibiza, e pode ter sido apenas um dia difícil. Os maravilhosos são o El Coq, um bar com pistinha de música alternativa, djs gatos, pessoas LINDAS frequentando, e simpáticas e amigáveis. O outro é o Bar Treffen, esse sim é um lugar 100% “local”! É um bar/karaokê com decoração maluca que lembra o Andrés, mas sem turista, tipo um karaokê da Liberdade versão bogotano.

Uma dica de ouro: em volta do El Coq tem vários bares de reggaeton e David Guetta, ótima opção pra quando o El Coq fecha às três da manhã e você quer tomar mais umas cervejas no calor da emoção, esses ficam abertos até mais tarde.

Um lembrete: Não deixe de provar a Aguardiente, a bebida típica, é a versão cachaça sabor pasta de dente deles, eu não gostei, mas o efeito é aquela loucurita de sempre.

MAS ATENÇÃO: Para onde quer que você vá, o Foursquare é seu melhor amigo. Você não precisa irritar as pessoas dando check in, use ele só para buscar por perto o que tem de melhor na vida noturna (e de restaurantes e passeios turísticos ou ao ar livre). Nunca tem erro, você descobre os lugares com as maiores notas e é feliz na noite de onde estiver.

O que comer: Não deixe de provar o ajiaco, a sopa famosa colombiana, que é DELICIOSA e combina com o clima friozinho de Bogotá – uma hora boa pra fazer isso é quando for na feirinha de Usaquén no fim de semana ver artesanatos, encontramos um restaurante ótimo e preço honesto por ali chamado Casa Vieja. Não esqueça também dos patacones, que são sempre deliciosos e de passar no El Coral, o Mc Donald’s colombiano que é uma emoção por ser uma fast food de lá e tem opções exóticas de hamburgeres.

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Patacones

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Ajiaco

Dei uma choradinha na hora de ir embora, algumas vezes na insônia da madrugada fico pesquisando quanto custaria morar lá. Sério, Bogotá é demais e confesso que gostei mais que Cartagena. Para todos que me perguntam nas redes sociais se vale a pena ir pra lá, digo e repito mil vezes: vale muito a pena… e se puderem me levem junto!

 

Colômbia mi amor – Cartagena para it pobrinhas

Minha história com Cartagena começou assim: tava entediada e resolvi viajar, mas só teria dias de folga no Réveillon, então pensei que poderia ir pra algum lugar bem paradisíaco, uma coisa totalmente oposta do que eu gosto e de onde iria, sei lá, só porque seria engraçado. Pesquisei no Google “melhores praias do mundo”, comecei a ler a lista e então escolhi Cartagena, pronto, simples assim. Depois lendo mais sobre a Colômbia, um país que eu meio que ignorei a vida inteira, me liguei que precisava ir pra Bogotá também, porque tinha um jogo de detetive no Windows 94 ou 95 que ele sempre ia pra Bogotá e eu amava o nome daquela cidade.

Me apaixonei pela Colômbia, não sei nem explicar, lugares lindos, gente maravilhosa, música mais maravilhosa ainda e comida tipo pra voltar com 18kg a mais (brincadeira, mas com fundo de verdade).

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Então anotei as coisas que mais gostei e algumas dúvidas que eu tinha e não achei ninguém esclarecendo na internets. Vou postar os tópicos que lembrei e algumas fotos que tirei na viagem (em duas partes, Cartagena e depois Bogotá).

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Passagem: comprei muitos meses antes numa madruga boladona, achei uma mega promoção na Avianca. Não é tão barato comparando com Chile, Uruguai, Argentina (que são muito mais perto, nada a ver essa comparação), mas dá pra conseguir grandes descontos se você tiver a malandragem da pesquisa de passagens. Não sei se todos fazem conexão em Bogotá, mas o meu fez.

Cartagena: Fiquei quatro dias em Cartagena, três dias no Centro Histórico que é dentro da Muralha e um em Getsemani. O Centro Histórico é um bairro minúsculo, em uma tarde você consegue ver tudo, igreja, estátua, pracinha, relógio e tudo mais que tem pra ver (não vou ficar contando o que tem de histórico em cada cidade porque não vou conseguir abrir o Google e pesquisar agora). É uma vibe meio Parati por causa das casinhas fofas, que é uma parte quase hippie.

Getsemani sim é hippie, é um bairro que fica muito perto do Centro Histórico, dá pra ir a pé  - e voltar a noite tomando cuidado e prestando atenção, acompanhada – também com casinhas fofas. Os dois bairros são meio sujinhos, principalmente Getsemani, mas com certeza é pela quantidade de turistas que lotam a cidade nessa época, e são muitos vários milhares.

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O Centro Histórico achei muito seguro, tem policiais por toda parte, de dia de noite, você faz tudo a pé porque mal tem táxi ali, afinal é tudo muito perto e as ruas estreiras, lotadas de gente andando e com carroças levando as pessoas pra conhecer os pontos turísticos de cavalinhos meio 1678 vibes.

Vi muitos jovens lá, é um destino de mochileiros, universitários, jovens de Jah que amam praia, gente que ama praia e faz tererê, europeus bronzeados que dá inveja, gente que ama o contato com a natureza e coloca chía no mamão, hahaha brincadeira, não me processem Sindicato dos Tererêzistas.

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Mais: a viagem é relativamente barata porque lá as coisas não são tão caras, comparando com o Brasil que é tão caro em cidades turísticas. Já falei que a música é maravilhosa, né? E toca em todo lugar os reaggetons da vida. A comida é muito boa, tem que comer peixe com arroz de coco e patacones, enquanto bebe uma limonada com coco, voltei maníaca do coco, é delícia e tem esse prato por toda parte.

Mas saiba que a comida demora 2 horas pra chegar na sua mesa, sem exagero. Vá sem fome e aprecie a as pessoas passando na rua ou seu instagram enquanto toma uma cerveja Club Colombia ou Aguila, porque vai demorar MUITO.

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Dinheiro: Uma das coisas que me preocupavam antes de ir eram os pesos colombianos. Faz assim, você leva dólar e troca seu dinheiro (dólar por peso) quando chegar, só troquei no aeroporto e em Bogotá no câmbio do shopping de rica que depois falo. Façam as contas no conversor dos valores que postei aqui pra ver.

Como chegar na praia: Minha maior dúvida era essa, como vou chegar nas ilhas paradisíacas de areia branca e mar azul? (as praias na cidade de Cartagena são tipo um Mongaguá from hell – moradores de Mongaguá, é uma brincadeira, amo a cidade).

Provavelmente no seu hotel ou hostel vai ter um tio que te leva no porto (que esqueci o nome mas é na frente da Torre del Reloj) onde os barcos saem de manhã, mais ou menos 9:30/10h, a cada 10, 20 minutos. Você pode ir sozinho(a), mas com o tiozinho já inclui um belíssimo táxi com ar condicionado. Fui com o tio guia, paguei 70 mil pesos por tudo – táxi, barco e almoço na ilha.

O barco é super cheio de gente, todos com colete salva-vidas e sem glamour nenhum, porque é tudo apertado meio hora do rush (porem sentado) e estão todos com medo da morte, pensando em como foi bom viver um dia. Porque na hora que aquele barco acelera em alto mar é tão radical e adventure que sua vida passa como um filme.

Aí você escolhe se quer ficar em Playa Blanca – mais “popular” – ou Islas del Rosário – mais paradise do mergulho. Nessa hora você com certeza escolhe Playa Blanca porque não pode enfrentar meia hora a mais até a outra ilha hahah.

E Playa Blanca é aquela praia de areia e mar azul clarinhos que você sempre sonhou em arrasar numa foto do Insta #nofilter e destruir as inimigas, mas é mais cheia de gente (que ainda assim é tipo vazia comparada as nossas) e com muitas lanchas, banana boat e afins. Ah, e todo site fala isso, passam vendedores e massagistas o tempo todo, mas diga logo NO GRACIAS e saboreie uma outra cerveja gelada na sua cabaninha bem na frente do mar.

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Na hora do almoço você pode ir pro restaurante da ponta da praia buscar seu prato, tipo pf colombiano do peixe, arroz coco e patacones, limonada com coco, que já falei.

O barco volta as 15h/15:30 pra cidade porque depois disso o mar se agita muito. E acredite, amiga dona de casa, a volta é ainda mais emocionante que a ida. E você toda melada de protetor e areia, cabelo duro do mar e ombro ardendo, começa a ver a vida passar como um filme de novo.

No fim todos sobrevivem, menos um barco que teve um acidente uma vez, mas não deem google nisso jamais!

Hotel: Sou it pobrinha, adoro hostel, mas na praia não consigo. Aquela sujeirada de água e areia, preciso de um quarto pra mim, um banheiro pra mim, desculpa Brasil. Achamos um hotel na promoção do Decolar, chama Casa Gloria e é bem honesto, limpo, cama confortável, banheiro ok, chuveiro bom, etc etc. E tinha um café da manhã bem bom e maluco, uma tia ficava te servindo as coisas toda hora e  entre elas tinha umas frituras tipo risóles sabe, era muito engraçado (e super bom pro colesterol, viu). Ah, ele ficava no Centro Histórico, porque o de Getsemani não vale ser compartilhado, era muito ruim.

E sinceramente o melhor desse Hotel, era que ficava em uma área muito residencial e perto de tudo, mas principalmente porque ficava a meio quarteirão do Hostel El Viajero.

Hostel El Viajero:  esse é tipo o hostel mais famoso da cidade, bem barato pra você que não quer gastar mesmo com quase nada e não liga de dividir quarto na praia. E um lugar bem roots, afinal todo hostel é meio roots. Disseram meus amigos que estavam lá que o banheiro compartilhado era MUITO SUJO, então já falo aqui na cara.

Mas o melhor desse lugar mágico é que os hóspedes são lindos, muito lindos, muito guapos e tem um bar no quintal que vende drinks com promoções tipo compre um ganhe outro, metade do preço, etc. Esse é o lugar pra prospectar.

Pra entrar lá tem que ter uma pulseira de hóspede ou simplesmente se infiltrar passando bem egípcia.

Alguém que tava na turma teve o celular roubado dentro do quarto enquanto carregava, bem bad isso.

Réveillon: Dia 31 é o seguinte, os restaurantes fecham as ruas com mesas nelas e tem um cardápio fixo que vai de 150 mil pesos até 250/300 mil, tem vários shows pros clientes no meio da rua e o único lugar que não faz ceia e você pode comer barato e rápido são as pizzarias. Se bem que rápido é considerando aquelas duas horinhas de espera.

No Café del Mar, tipo um bar que fica na muralha, custa 70 pelo buffet, algo assim, e você vê os fogos de lá. Mas o povo vai é pra muralha e lota ela inteira pra ver os fogos da meia noite.

Depois tem uma rua em Getsemani que é cheia de hostels (tem um que parece ótimo que chama Media Luna, ou algo assim), bares e tem a balada famosa de lá que esqueci o nome, super faca na botinha e com vários gringos lindos, tipo Backstreet Boys new generation.

A tal da bolsa: De reprente você está na Colômbia e surgem amigas, primas, conhecidas de longa data te bajulando no whatsapp, tudo pra você levar uma bolsinha pra elas. Brincadeira, mas a verdade é que todo mundo pira com as bolsas colombianas coloridas das tribos de etc, esqueci o nome, que tão na moda e as ricas agora usam e pagam 700, mil reais. Mas lá em Cartagena elas são vendidas nas ruas e em algumas lojinhas e custam de 70 a 180 mil pesos. Pechinche que você consegue mais barato, as mais lindas ficam na Calle San Juan de Dios que é do lado da igreja de San Pedro Claver.

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Mas a minha dica é: deixe pra comprar no último dia. Já vai ter visto tantas bolsas de tantas cores e desenhos que você vai ter enjoado e vai achar aquilo um trambolhão na mala, assim eu passei a bolsa e recebi um atestado de não vítima da moda (que pode expirar na próxima Zara no meu caminho). Trouxe uma pra minha irmã porque amo muito ela e ela é positive vibrations.

E por fim: Finalmente chegou a hora de você pedir um táxi na recepção do seu Hotel ou Hostel. Porque pra ir pro aeroporto você precisa de um, que custa muito, muito barato. E você vai chorando embora, querendo largar tudo e vender frutas em uma bacia. Mas se a vida for legal com você, seu próximo destino será Bogotá.

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E no próximo post enorme desse site que tem uma home em formato de blog, mas não é um blog, eu conto o resto da história.

 

 

 

Dicas rápidas pras it pobrinhas em Nova York

Pra ir e vir: faça um Metrocard de uma semana pra não ter que ficar comprando ticket toda hora (custa 31 dolares a semana).

Pra ter 4g e humilhar as inimigas no instagram: compre um chip de 10 dolares + algo em torno de 3 dolares o dia da T Mobile, além do 4G  você pode fazer ligações locais e mandar SMS pras marcar os rolês com os amigos que conhecer na balada.

Pra não se endividar: compre todas as muambas de fast fashion e farmácia no primeiro dia, lentamente e sem pressa prove as lojas inteiras, assim mata a vontade de entrar em cada H&M, algo desnecessário (eu juro).

Pra não cair na tentação de comprar roupa todos os dias: marque jantares cedo, seguidos de baladas, assim fica com bode de carregar sacolas no restaurante e na buáti.

Pra não ver seus dólares evaporando: não compre presente pra ninguém. Infelizmente a realidade é essa e as pessoas que fiquem felizes que você viajou e trouxe histórias pra contar.

Pra ter uma dieta balanceada e barata: coma hot dog, hambuger e todas as porcarias baratas e deliciosas que só os Estados Unidos proporcionam, quando voltar pra casa se interne na academia.

Pra não usar cartão de crédito e chorar depois: faça um Travel Money, pra comprar no débito e não levar susto no crédito quando chegar em casa, eles são aceitos em todo lugar e dá pra recarregar no caso de fazer a louca e ligar pra mãe chorando pedindo uma doação de 200 dólares. Tem no seu banco mas nessa viagem nós ganhamos o CI Travel Money pra testar da CI, que é mais que minha parceira e já me mandou pra passar um mês em Barcelona (it pobrinha também ganha presentes daora, viu?).

NY pra sair

Minhas amigas @melinisses e @biacarminati são as pessoas mais animadas que eu conheço, são aquelas que sabem sempre o que é mais legal e que lugar vai estar cheio de gente bonita e clima de paquera. Essas duas deusas da agenda estão morando em Nova York e me levaram pra lugares maravilhosos, então pedi pra elas fazerem um roteiro pra quem vai pra lá e quer se divertir muito. Com vocês, a lista da Mel e da Bia, com fotos e legendas especiais feitas pelas duas!

 

Nitehawk Cinema
Onde: Williamsburg, Brooklyn.
http://www.nitehawkcinema.com/
Esqueça a pipoca com guaraná: aqui você tem a experiência de jantar e tomar drinks de verdade no cinema. No lugar de poltronas, mesas compactas. Os traillers divertidíssimos e o menu são feitos especialmente para cada filme.

Alligator Lounge
Onde: Williamsburg, Brooklyn.
http://www.alligatorloungebrooklyn.com/
Pizza grátis a cada drink e um karaokê (também de graça) pra cantar até sair abraçado com o dono do bar. Vale a pena registrar a noite, por módicos $ 3.00, no photobooth.
ALLIGATOR LOUNGE - photo booth

 Alligator Lounge

 

ALLIGATOR LOUNGE

 Alligator Lounge

Pete’s Candy Store
Onde: Williamsburg, Brooklyn.
http://www.petescandystore.com/
Uma nova banda hipster se apresenta no palquinho semi iluminado a cada noite, nos fundos do bar. Opte pelo balcão para tomar seus drinks, os barmans serão seus novos BFFs em New York.

BIA ~ENTURMADISSIMA~ - PETES CANDY STORE 1

 Bia enturmadíssima

PETES CANDY STORE 2

Pete’s Candy Store

Cameo
Onde: Williamsburg, Brooklyn.
http://www.cameony.net/
Fica bem pertinho da Bedford Ave, que é a nossa Rua Augusta dos bons tempos. Toda noite tem shows de bandas bem legais e os ingressos não passam de $20,00. Se bater a fome, a comida por lá também vale a pena.

 

The Flat
Onde: Brooklyn.
http://www.theflatbkny.com/
O lugar é bem pequeno, mas vale a pena pelas bandas que se apresentam lá! O clima é tão intimista que os artistas ficam ali pela calçada depois do show e rola até uma conversa de tiete, com foto e tudo! É legal ficar de olho no site, conferir a programação e chegar cedo!

THE FLAT - O DIA EM QUE CONHECI O AVO DO GRUNGE, O J.MASCIS.

 

O DIA EM QUE CONHECI O AVO DO GRUNGE, O J.MASCIS

Le Barricou
Onde: Brooklyn.
http://lebarricouny.com/
Um dos vários brunchs deliciosos no Brooklyn. Vale a pena pelo eggs benedict e mimosa por $20,00. Pra quem ainda estiver com fome, as panquecas são gigantes e deliciosas.

APANQUECA - LE BARRICOU

A panqueca! Le Barricou

Home Sweet Home
Onde: East Village, Manhattan.
http://homesweethomebar.com/
Não se empolgue com a decoração que você viu no site… A fumaça e a falta de luz do lugar não te deixam enxergar nada! Na noite gótica, ninguém é muito receptivo, mas vale tomar um drink antes de ir pro Pianos.

JANA ENCONTRA SEUS AMIGOS GOTICOS NA FUMA,CA -HOME SWEET HOME

JANA ENCONTRA SEUS AMIGOS GOTICOS NA FUMAÇA -HOME SWEET HOME

 

Pianos
Onde: Fica no East Village, pertinho do Home Sweet Home. Também vale a pena pelos shows que rolam, mas tem que escolher bem antes de ir… Você pode dar de cara com um instrumental chato e… Acabou sua noite! Vá bem linda, pra não pegar fila.

PIANOS - IDA A PE. SEGURA MEU CRISTOPHER PRA NAO VOAR.

 

PIANOS – IDA A PE. SEGURA MEU CHRISTOPHER PRA NAO VOAR

Surf Bar
Onde: Williamsburg, Brooklyn.
http://www.brooklynsurfbar.com/
Tem areia no chão, o melhor fish and chips de NY e drinks com guardachuvinha. Precisa dizer mais?

SURF BAR E OS DRINKS MARAVILHOSOS DE GUARDACHUVINHA

SURF BAR E OS DRINKS MARAVILHOSOS DE GUARDACHUVINHA

Hotel Chantelle
Onde: Lower East Side, Manhattan.
http://hotelchantelle.com/nightlife/
Se monte maravilhosamente porque a travesti-hostess pode te chamar para agregar valor no camarote e beber de graça a noite toda nessa jogação GLS.

UMA TRAVA PRA CHAMAR DE MEU AMOR - HOTEL CHANTELLE

UMA TRAVA PRA CHAMAR DE MEU AMOR – HOTEL CHANTELLE

Arlene’s Grocery Karaoke
Onde: Lower East Side, Manhattan.
http://www.arleneslivekaraoke.com/
Karaokês são sempre sinonimo de diversão, mas a experiência toma uma outra dimensão quando uma banda de verdade te acompanha na hora de esguelar aquele hit de rock dos anos 80.

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ARLENES GROCERY KARAOKE

Sway
Onde: Lower East Side, Manhattan.
http://swaylounge.com/
Vá aos domingos para conferir o especial The Smiths e dançar hits de new wave cantando a plenos pulmões. Seu conceito para noites de domingo nunca mais será o mesmo.

SWAY - PODE PEDIR PIZZA NA BALADA.

SWAY – PODE PEDIR PIZZA NA BALADA.

 

The Red Rooster Harlem
Onde: Harlem, Manhattan.
http://redroosterharlem.com/
Depois de louvar ao Senhor em uma verdadeira missa gospel no Harlem no melhor estilo “Mudança de Hábito”, vá tomar um brunch nesse restaurante que celebra a verdadeira culinária americana.

redrooster

 

BIA, TITI, MEL E JANA – AMIGAS 4EVER

The Second Chance Saloon
Onde: Brooklyn.
http://nymag.com/listings/bar/the-second-chance-saloon/
É tão boteco, que nem tem site… Se você tá em New York e rolou uma saudade daquele botecão da esquina da sua casa, esse é o lugar! A cervejas são $3,00 e no verão rola FREE BBQ no quintal.

SECOND CHANCE -DONT FORGET TO TIP THE BARTENDER

 

THE SECOND CHANCE SALOON

Nova York gastando pouco

Existe a possibilidade de ser feliz em Nova York sem falir, it pobrinha amiga. E é por isso que vou dividir aqui minhas dicas de vida.

Todo mundo sabe que é muito caro se hospedar e fazer qualquer coisa em NY, fora o dólar que ultimamente não ajuda em nada, o que faz a gente viajar mais pobre ainda na hora que converte nosso ouro. Uma alternativa que muita gente faz (eu já fiz) é alugar um apartamento no Airbnb, mas sinceramente, ultimamente eles estão tão caros que comecei a achar que não compensa.

A parte boa de alugar um apê é que você tem privacidade total e pode levar visitantes que conheceu na balada muito louca, mas a parte ruim é a função toda de encontrar o dono na porta na hora que ele quiser cheia de malas, ter que ir embora cedo e ficar horas no aeroporto caso seu voo seja a noite (um guarda mala de hotel/hostel faz muita falta na vida). Uma vez fiquei em um apê que fedia mijo, isso não dá pra ver nas fotos do site, mas pode ser que o erro tenha sido meu que não li todos os reviews dos antigos hospedes, algo muito importante.

Meu último achado (achadinho de blogayra) foi um hostel maravilhoso, cheiroso, confortável e no meio de Manhattan, ótimo pra quem vai pra fazer turismo. Minha ideia inicial era ficar no Brooklyn, mas ele tinha uma nota tão alta no hostelworld.com que decidi confiar (97% em limpeza, vale muito pra mim).

O Urban Oasis Hostel fica na 31 quase esquina com a 5 avenida, no meio da Korea Town – algo que achei muito chique porque amo a Coréia – do lado de um metrô, colado em uma das melhores H&M da cidade e da Forever 21, da Zara, da Mango, tudo o que realmente importa.

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É aquele tipo de hostel família, que você tem a chave do prédio e tem poucos quartos (não compartilhados, cada um tem o seu), silencioso, sem badalo (mas o badalo você compensa na rua). No começo foi um choque bookar um lugar com banheiro compartilhado, sempre dá medo. Mas quando cheguei lá, o banheiro era mais limpo que o da minha casa – depois que cada pessoa toma banho eles limpam – e não tive problema algum com isso. Tem cozinha caso você queira fazer comida, geladeira com espaço pras coisas de cada quarto e uma sala fofa, com vista pro Empire State que é do lado. Ah, o wifi bomba e as meninas que trabalham lá são maravilhosas e dão dicas ótimas de restaurantes e bares.

É a metade do preço ou talvez 1/3 de ficar em um hotel, e sendo confortável e limpo, você não precisa de mais nada, porque ninguem vai pra NY pra ficar no quarto vendo tv (e lá tem TV no quarto). Eu recomendo!

 

O que me inspira

No Youpix <3

Cursos de escrita em SP (e fora de SP)

Faz tempo que tenho vontade de estudar um pouco, forçar o cérebro a pensar coisas novas, conhecer gente diferente, vencer a timidez em uma turma desconhecida e viver toda aquela emoção da escola.

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Escolhi dois cursos de escrita para começar e fazer minha cabeça funcionar melhor. Tenho certeza que nesse momento muitas pessoas procuram cursos (de escrita ou não) para preencher o tempo e ficar mais sabidas, para conhecer gatinhos e gatinhas e para postar no instagram fotos com cara de intelectual (brincadeira), então decidi indicar aqui nesse blog sério reconhecido pelo MEC.

 

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Oficina da Escrita Criativa

Maravilhosa escola em Pinheiros/São Paulo, tem todo tipo de cursos de escrita, de biografia a roteiro de tv, de literatura infantil a dramaturgia teatral. Escolhi o curso de Desbloqueio para a Escrita Criativa porque estava me sentindo sem assunto depois que eu e a Cami acabamos de escrever nosso livro (que lançamos agora em novembro, repitam, novembro, obrigada!), são quatro aulas, sempre no último sábado do mês, criando textos e exercitando a criatividade e o cabeção, altamente indicável porque amei.

Pelo site você pode saber mais – e acabei de ver que abriu uma nova classe pro curso maravilhoso de Desbloqueio.

 

Go, Writers

Esse fim de semana tive a chance de conhecer o Go, Writers, curso “itinerante” que eu já paquerava faz tempo. Foram duas tardes de escrita, inspiração, criatividade e pensamento rápido, com a aula que é tipo um show com performances da professora/escritora Cris Lisbôa, uma mina faca na bota. O curso funciona quase como uma terapia em grupo: você passa um fds inteiro com aquelas pessoas que acabou de conhecer, escrevendo, refletindo… quando acaba sai de lá meio mudado, pensando na vida de outro jeito, querendo ser mais criativo, querendo fazer o que ama. É astral.

A boa notícia é que o Go, Writers viaja pelo Brasil (dá pra saber tudo no Face da CoolHow sobre as cidades e datas) e que existem vários módulos do curso de escrita, ele vai ficando mais intenso (eu fiz o 1, bem facinho). Demais né?

Foto na classe hahahaa

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A classe toda com a Cris

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Esses cursos vão te animar, amiga Britney!!!

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Lola e Zeca

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